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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

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Panorama

Presidenciais 2027: Bardella quer ser Primeiro-ministro, Lecornu recusa candidatura

Jordan Bardella manifestou a sua ambição de se tornar Primeiro-ministro, enquanto Sébastien Lecornu reafirmou que não se irá candidatar à eleição presidencial de 2027.

Foto de arquivo: Presidenciais 2027: Bardella quer ser Primeiro-ministro, Lecornu recusa candidatura
Foto de arquivoFoto: Unknown author Unknown author · Wikimedia Commons · CC BY 3.0

Durante um evento em Châlons-en-Champagne (Marne), Jordan Bardella, presidente do Rassemblement National, anunciou a sua intenção de se candidatar ao cargo de Primeiro-ministro nas eleições presidenciais de 2027. Esta declaração surge no contexto da preparação para a presidencial que terá lugar dentro de menos de oito meses.

Em resposta a questões sobre a sua candidatura, Sébastien Lecornu, o atual Primeiro-ministro, afirmou claramente que não era candidato à eleição presidencial e que não se estava a envolver na campanha. Lecornu declarou estar em 'missão' para garantir a adoção do orçamento do próximo ano.

Lecornu também fez um apelo aos candidatos ao Elysée para que não dificultem a ação do seu governo. Este pedido visa garantir que os trabalhos parlamentares possam prosseguir sem interrupções causadas por questões eleitorais.

Foto de arquivo: Presidenciais 2027: Bardella quer ser Primeiro-ministro, Lecornu recusa candidatura
Foto de arquivoFoto: France Diplomatie - MEAE · Flickr · CC0

Além disso, o Primeiro-ministro abordou a necessidade de um orçamento diferente, mencionando que algumas medidas poderiam ser revertidas pela futura maioria que emergirá após as eleições, sublinhando a complexidade da situação política atual.

As declarações de Lecornu foram reportadas por vários meios de comunicação, estabelecendo assim uma certa coerência na sua mensagem sobre o compromisso de se manter focado nas questões governamentais em vez de na campanha presidencial.

O anúncio de Bardella e a recusa de Lecornu em se apresentar como candidato destacam tensões potenciais no panorama político francês à medida que se aproxima a eleição, com as posições claras tomadas pelos respetivos líderes dos seus partidos.