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Ventura acusa Aguiar-Branco de travar escrutínio e proteger Luís Neves
O líder do Chega, André Ventura, criticou Aguiar-Branco por tentar bloquear a comissão a Luís Neves e manifestou a intenção de falar com o Presidente da Assembleia da República.

André Ventura, líder do Chega, fez acusações dirigidas a Aguiar-Branco, afirmando que este estaria a tentar travar o escrutínio da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga Luís Neves. Segundo Ventura, tal ato reflete uma obsessão de Aguiar-Branco em proteger Neves, o que levanta questões sobre a imparcialidade na investigação em curso.
Ventura, que irá presidir à Comissão, planeia propor que não haja suspensão das investigações durante o período de discussão orçamental, uma medida que visa garantir a continuidade do processo. O seu posicionamento destaca a importância que atribui à transparência nas investigações relacionadas a Luís Neves.
Ainda hoje, Ventura manifestou a intenção de buscar diálogo com o Presidente da Assembleia da República, num esforço para avançar nas suas reivindicações. As suas declarações refletem um clima tenso na política nacional, especialmente em relação à atuação de Aguiar-Branco na Assembleia.

A situação é particularmente relevante, dado o contexto das comissões parlamentares de inquérito em Portugal, que têm sido um meio para escrutinar diversas questões governamentais e administrativas. A insistência de Ventura em não permitir interrupções na investigação pode ser vista como uma tentativa de pressionar por mais accountability.
Por outro lado, Aguiar-Branco não respondeu publicamente às acusações até ao momento. A falta de reação pode influenciar a percepção pública e política de ambas as figuras num momento em que a confiança nas instituições está em foco.
Além das tensões no parlamento, também foi destacado que o ministro da Defesa de Israel ordenou ao exército para elevar o nível de alerta, embora não exista uma conexão clara entre esta ação e os acontecimentos na Assembleia da República em Portugal.