O Governo espanhol propõe medidas para a habitação discutidas em Conselho de Ministros e votação em comissão permanente, apesar da dissolução do Parlamento.
O Primeiro-Ministro espanhol Pedro Sánchez anunciou eleições antecipadas para 29 de novembro após a rejeição das suas medidas habitacionais, em meio a protestos generalizados.
Espanha irá às urnas a 29 de novembro, após a pressão sobre o governo para lidar com a crise habitacional. O primeiro-ministro Pedro Sánchez fez o anúncio na segunda-feira.
Após reuniões com membros do governo, Pedro Sánchez anunciou eleições antecipadas, marcada para 29 de novembro, após a reprovação de medidas para a habitação.
O Senado rejeitou o Tratado de Amizade com França, contando com o voto do PP, num contexto de críticas e promessas futuras por parte dos líderes espanhóis e franceses.
Pedro Sánchez afirmou que não há provas concretas de que Marrocos orquestrou a afluência de migrantes para Ceuta em julho, apesar das alegações de um relatório policial.
O Primeiro-Ministro espanhol negou a responsabilidade de Marrocos na crise migratória em Ceuta durante uma sessão no Congresso, enfrentando pressão da oposição.
Após a onda de migrantes em Ceuta, o governo espanhol enfrenta pressão. A oposição critica a política migratória do primeiro-ministro Sánchez e organiza grandes manifestações.
O presidente Sánchez anuncia a criação de um comando único e um plano económico para gerir a crise em Ceuta, sob a direcção do ministro Ángel Víctor Torres.
O Governo espanhol estabelece controlos temporários em portos e aeroportos para viajantes provenientes de Itália devido à negativa da primeira-ministra italiana.
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