Numa votação, a maioria dos suíços opôs-se a uma interpretação mais rígida da neutralidade, que teria limitado sanções e cooperação com alianças militares.
Os partidos da oposição na Guiné-Bissau apelaram à comunidade internacional para não reconhecerem o referendo à Constituição, contestando a sua legitimidade.
A oposição à revisão constitucional afirma que a participação no referendo foi inferior a 10%, apesar da Comissão Nacional de Eleições anunciar 50% de adesão.
Os islandeses votam este sábado para decidir se reabrem as negociações de adesão à União Europeia, um movimento motivado por questões atuais com os EUA e a Europa.
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