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sábado, 17 de outubro de 2026

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Ministro afirma que Governo não cederá a protestos sobre habitação

Carlos Abreu Amorim reforçou que o Executivo enfrenta a crise da habitação como um problema sério.

Foto de arquivo: Ministro afirma que Governo não cederá a protestos sobre habitação
Foto de arquivoFoto: Agência Senado from Brasilia, Brazil · Wikimedia Commons · CC BY 2.0

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou que o Governo não cederá aos ‘gritos da rua’ relacionados com a crise da habitação. Durante uma discussão no Parlamento, o ministro sublinhou que este é um problema muito sério que precisa ser resolvido através de políticas públicas e não por tumultos ou slogans.

Abreu Amorim fez estas declarações em resposta a questões levantadas sobre os protestos nas ruas do Porto. Ele sustentou que o problema da habitação não se resolve com bandeiras associadas a outras causas, referindo diretamente as ‘bandeiras da Palestina’.

O ministro reiterou a importância de respeitar o direito à manifestação, mas destacou que todos os direitos devem obedecer a regras. Segundo o ministro, a resolução dos problemas não pode acontecer por meio de gestos simbólicos ou protestos barulhentos.

Foto de arquivo: Ministro afirma que Governo não cederá a protestos sobre habitação
Foto de arquivoFoto: Agência Senado from Brasilia, Brazil · Wikimedia Commons · CC BY 2.0

As entrelinhas das suas afirmações surgem após recentes manifestações que visam chamar a atenção para a crise da habitação e o aumento do custo de vida. Abreu Amorim defendeu que o Governo está dedicado a encontrar soluções práticas e sustentáveis, sem se deixar influenciar por pressões externas.

Em seu discurso, Abreu Amorim também referiu que as críticas associadas aos protestos são frequentemente motivadas por interesses pessoais ou agendas específicas, o que leva a uma maior complexidade nas discussões públicas sobre a habitação.

As declarações do ministro foram recebidas em meio a um ambiente de crescente insatisfação popular, com a oposição a condenar a abordagem do Governo em relação aos manifestantes e ao problema da habitação em si.