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Sindicato da PSP critica Governo por instrumentalizar ação policial
O maior sindicato da PSP acusa o Governo de usar a polícia como ferramenta política na crise da habitação.

O maior sindicato da Polícia de Segurança Pública (PSP), a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), acusou o Governo de desviar a responsabilidade pela crise da habitação para a polícia. Em uma declaração, o sindicato destacou que as intervenções policiais em protestos têm exposto os agentes a situações desafiadoras, colocando em risco a sua reputação e a imagem construída ao longo dos anos.
A ASPP/PSP critica os 'constantes ziguezagues' do Ministério da Administração Interna (MAI), referindo que a aplicação rígida de regras, junto a uma leviandade em relação a decisões judiciais, tem transferido indevidamente a carga da crise habitacional para os polícias. Este posicionamento foi reiterado em várias reportagens, que ressaltam a preocupação do sindicato sobre as consequências graves para os operacionais no terreno.
Além disso, a associação apelou para que a polícia não seja utilizada como uma 'arma política', sublinhando o risco que estas situações extremas representam para a atuação dos agentes. O sindicato expressou que as intervenções forçadas nas recentes manifestações têm sido particularmente problemáticas.

Diversas fontes noticiaram que essa crítica do sindicato vem em resposta a ações do Governo relacionadas a protestos por habitação, onde a polícia foi chamada a atuar. Os representantes da ASPP/PSP consideram que esse cenário tem impactos negativos tanto para os polícias quanto para o próprio Governo.
Esta situação é mencionada em várias reportagens, com as palavras do sindicato a ecoar entre os meios de comunicação. Estas declarações apontam para uma crescente insatisfação entre os agentes da PSP em relação ao uso da força policial em contextos que, segundo eles, não deveriam ser atribuídos a eles.
O sindicato já se manifestou anteriormente sobre a necessidade de proteger a integridade e a dignidade dos polícias durante as operações, reiterando que a sua função não deve ser instrumentalizada para resolver crises sociais, conforme relatado nas publicações recentes.